Bahia minha
preta velha.
Bahia na roda,
de samba,
de capoeira.
Roda viva.
Vira casaca.
Foge e se esconde.
Se trasveste
e transforma.
Roda de fogo,
a qual nos cerca
Não podemos,
não há como sair,
sem que a queimemos
ou que sejamos queimados.
Bahia velha pomba
gira em meu juízo,
me deixa com medo e aflito
de perder-te de vez,
de não mais encontrar,
o que ela faz e já fez.
Terna terra-parodoxo,
há quem diga:
Puta, vítima, algoz,
mãe, amor e amiga.
Sentindo o mesmo.
ResponderExcluirhttp://www.youtube.com/watch?v=_XwnzVE7lBQ&feature=related